São Paulo tem Dia D da campanha Novembro Azul para saúde do homem

A Prefeitura de São Paulo faz hoje (10) o Dia D da campanha Novembro Azul, com foco na atenção à saúde do homem. Serão feitas orientações para prevenção do câncer de próstata e de boca, a partir de triagem odontológica. As unidades de saúde da capital vão oferecer atualização de vacinas.

A campanha também abrange os serviços de práticas integrativas e complementares, que trazem orientações para mudança de estilo de vida com hábitos saudáveis e solicitações de exames de rotina para doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes. Estão disponíveis a aferição de pressão arterial e os testes rápidos para detecção de infecções sexualmente transmissíveis.

As ações acontecem nas unidades básicas de saúde (UBS), nos centros especializados de reabilitação (Cer), de atenção psicossocial (Caps), de convivência cooperativa e nas unidades de referência à saúde do idoso. O trabalho será levado ao atendimento domiciliar pelas equipes multidisciplinares que promovem esse tipo de acompanhamento.

Informações sobre o funcionamento dos serviços de saúde da prefeitura podem ser obtidas na página da Secretaria Municipal de Saúde.

Agência Brasil

Pesquisa: 80% dos brasileiros estão preocupados com acesso à saúde

Para 81% dos brasileiros, a crise da pandemia da covid-19 fez aumentar o receio do acesso a tratamentos médicos e, consequentemente, a preocupação com o acesso à saúde. Entre os que possuem menor poder aquisitivo, com renda de até cinco salários mínimos, a preocupação aumentou muito. É o que mostra levantamento encomendado pela Associação Nacional das Administradoras de Benefício (Anab) ao instituto Bateiah Estratégia e Reputação - a Pesquisa Anab de Planos de Saúde.

O documento traça um panorama dos planos de saúde no país e traz o perfil de seus beneficiários. Para levantar os dados, as entidades fizeram contato com mais de 1 mil usuários a partir de 16 anos de idade, com amostras em capitais, regiões metropolitanas e cidades do interior. Também consideraram fatores como gênero, idade, escolaridade, renda familiar e ocupação.

Quando observados os dados de gênero, 52,5% das mulheres sentiram que a preocupação com a saúde aumentou muito com a pandemia. Entre os mais velhos, 54% dos que têm 50 anos ou mais indicaram que a preocupação aumentou muito.

Em relação à renda familiar, o maior percentual de desconforto é entre aqueles que ganham de 2 a 5 salários mínimos (84,1%). Entre os brasileiros que ganham até 2 salários, 50,3% indicaram que a preocupação aumentou muito.

Prevenção de doenças

Para o presidente da Anab, Alessandro Acayaba de Toledo, o estudo é uma síntese do atual momento que vive o país, e reflete o olhar do brasileiro para questões de saúde e prevenção a doenças depois da pandemia. 

“Nunca o brasileiro esteve tão preocupado com a saúde como hoje. A pandemia potencializou esse cuidado e a instabilidade econômica é uma ameaça para a manutenção do plano, especialmente entre os beneficiários com menor poder aquisitivo. O mercado tem dado resposta com o lançamento de produtos a preços mais atrativos e até sugerindo a portabilidade de carências. É fundamental que o consumidor tenha conhecimento dos direitos para tomar as melhores escolhas para sua saúde, inclusive a financeira.” 

Plano de saúde próprio

Os consumidores enxergam o plano de saúde como uma conquista, assim como  ter um imóvel, um veículo, realizar uma viagem ou ter investimentos, mostrou a pesquisa.  O plano é a terceira maior conquista do brasileiro em 2021. Na faixa etária acima de 50 anos, o benefício só perde para a casa própria em importância.

Quanto menor a renda familiar e o grau de escolaridade, maior é o reconhecimento do plano. Ao menos 18,7% dos respondentes que ganham até dois salários mínimos indicam o benefício como conquista, da mesma forma que 21,8% dos entrevistados com o ensino médio também o reconhecem assim.

Em relação a idade, essa percepção é ainda maior entre os entrevistados com 50 anos ou mais, que representam 25,5%. Mas é na parcela da população aposentada que o plano assume papel principal e toma a frente no ranking das conquistas dos brasileiros, deixando casa própria e automóvel para trás. Ao menos 50,6% dos entrevistados aposentados indicam o plano como conquista.

“As administradoras têm percebido que a procura por planos de saúde têm aumentado. Os dados da própria ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar] mostram que desde o início da pandemia mais de um milhão de pessoas contrataram um novo plano de saúde, isso se dá principalmente pela crise pandêmica que vivemos em razão do novo coronavírus. Em função da crise econômica, é curioso que, mesmo que o poder aquisitivo do consumidor esteja menor, ele não está abrindo mão de ter um plano de saúde. Esse é um dado que a própria pesquisa reforça, diante da importância que o plano tem para os entrevistados, tendo ocupado a sua terceira posição na lista de desejos, empatado tecnicamente com automóvel e passado para a primeira posição desse ranking quando o assunto é serviços”, afirmou Toledo.

Segundo o presidente da Anab., aqueles que pretendem deixar o plano de saúde devido à perda do poder aquisitivo ou mesmo por ter sido demitido, as administradoras têm indicado a solução.

“As administradoras de saúde  auxiliam essas pessoas inclusive para o exercício da portabilidade, ou seja, para que elas possam migrar ou mudar de plano ou operadora por um preço mais convidativo, um preço menor, sem perder as suas necessidades de coberturas assistenciais e não havendo a necessidade de cumprir mais os prazos de carência do seu plano de origem.” 

Planos e SUS

O plano de saúde tem uma relação direta com a percepção de segurança do beneficiário sobre sua saúde, revelou a pesquisa. Ao menos 69% disseram que o benefício é uma salvaguarda em casos de necessidade, enquanto que para 31% é uma necessidade recorrente.

Quando precisam utilizar os serviços do plano, a maioria dos beneficiários recorrem a consultas com especialistas (69%), seguida de exames (13,3%) e emergência (8,7%).

O levantamento da ANAB também verificou que mesmo com plano, 42% dos beneficiários utilizam serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço de vacinação é o mais mencionado entre o uso no SUS, indicado por 49,3% dos respondentes. A procura é maior entre os mais velhos e a população com menor poder aquisitivo.

Na percepção dos beneficiários, a agilidade no atendimento é o fator mais importante em um plano de saúde, indicado por 24,2% dos respondentes. A facilidade de autorização de

procedimentos aparece em segundo lugar com 15,4%, seguida pela rede médica contemplada no contrato, com 14,4%. No top cinco aparecem ainda serviços oferecidos (11,1%) e rede de profissionais (10,9%).

Custo-benefício

O estudo da Anab também analisou a relação entre custo e benefício do plano de saúde, na visão dos clientes. Para 49,2% dos entrevistados, a importância de ter um plano de saúde aumentou muito com a pandemia, no entanto, não são receptivos a possíveis aumentos.

A resistência é ainda maior entre os homens, que representam 51,5% dos que reconhecem a importância do plano, mas não estão dispostos a pagar mais por isso. Em relação à idade, o percentual é maior entre os respondentes de 40 a 49 anos, que correspondem a 56,1% dos que não se dispõem a valores adicionais. No geral, apenas 20% dos entrevistados se mostram abertos a pagar mais pelo plano de saúde.

Em contrapartida, mesmo com as possibilidades de negociações de preço com as operadoras ou a mudança do plano via portabilidade de carências, 91,4% dos respondentes preferem deixar o benefício como está e apenas 7,8% fariam mudanças para redução de custo.

A pesquisa  foi realizada entre os dias 16 e 28 de setembro por meio de entrevistas telefônicas com 1006 respondentes em 420 municípios do país. De acordo com o instituto Bateiah Estratégia e Reputação, a margem de erro é de 3%.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Diabéticos podem chegar a 784 milhões no mundo em 2045, estima IDF

Dados da décima edição do Atlas do Diabetes, divulgado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), mostram que 537 milhões de pessoas entre 20 e 79 anos de idade têm diabetes no mundo, alta de 16% em dois anos. Os especialistas da IDF projetam que o número de adultos com a doença pode chegar a 643 milhões em 2030 e a 784 milhões em 2045. A prevalência global da doença atingiu 10,5%, com quase metade (44,7%) sem diagnóstico.

O levantamento, feito a cada dois anos, revela que o número de pessoas com diabetes aumentou de tal maneira que superou, proporcionalmente, a expansão da população global. Segundo afirmou à Agência Brasil a presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes - Regional do Rio de Janeiro (SBD-RJ), a endocrinologista Rosane Kupfer, o diabetes está em evolução crescente “e não foi contido, até agora, por nenhuma tomada de ação, de decisão, em relação à doença”.

Para a médica, isso significa que continua havendo falta de divulgação, de informação, de acesso ao conhecimento, ao diagnóstico e a um tratamento de qualidade. Rosane ressaltou que além da covid-19, outras doenças têm matado muito em todo o mundo. Uma delas é o diabetes. O Atlas do IDF diz que, só neste ano, 6,7 milhões de pessoas morreram em decorrência da doença.

A presidente da SBD-RJ informou que a proporção de pessoas com diabetes, que era de uma a cada 11, caiu agora para uma a cada dez pessoas. “E grande parte delas está em países de baixa renda”. O Atlas do Diabetes indica que 81% dos adultos com a doença vivem em países em desenvolvimento. Na América Latina e na América Central, estima-se que o número de diabéticos alcance 32 milhões.

Causas

No próximo domingo (14), quando se comemora o Dia Mundial do Diabetes, Rosane Kupfer alertou que as causas da doença são diversas. “As péssimas escolhas alimentares que o mundo está fazendo, principalmente esse estilo de vida ocidental, onde se vê que está crescendo muito a obesidade, muita gente com sobrepeso, muita gente com pré-diabetes, que é uma categoria de altíssimo risco para ficar diabética”.

Pessoas que não têm nenhum fator de risco devem fazer uma glicemia anual após os 45 anos. “Tem que fazer exame de sangue porque diabetes é uma doença que não apresenta sintomas, pelo menos no início. Isso não quer dizer que ela não esteja fazendo mal por dentro (do organismo)”. As pessoas que fazem exames de rotina todo ano percebem quando ocorre aumento da glicose e se preocupam, salientou. O problema, disse Rosane, são as pessoas que não se cuidam, não fazem exame para verificar se são diabéticas. Alertou que indivíduos com alto risco para diabetes, que têm casos da doença na família, que são hipertensos, que têm sobrepeso ou obesidade, e mulheres que tiveram diabetes na gestação, devem fazer exame anual acima dos 35 anos de idade.

Por essas razões, Rosane Kupfer analisou que não se pode mais restringir a mobilização de combate à doença ao mês de novembro e ao Dia Mundial do Diabetes. Ela acredita que é preciso ampliar as ações, mobilizar a sociedade e fazer campanhas fora de época, além de cobrar por mais políticas públicas que garantam o acesso à saúde e a um tratamento de qualidade. O tema da campanha de conscientização deste ano sobre a doença é “Acesso ao cuidado para o Diabetes”.

Segundo a  presidente da SBD-RJ, o diabetes não tem cura. “Por isso é tão importante fazer o diagnóstico precoce. Quanto mais precoce o diagnóstico e o controle, menos problemas a pessoa vai ter”. As consequências de um diabetes mal controlado incluem problemas cardiovasculares, principal causa de mortalidade na doença; problemas na retina, podendo levar até mesmo à cegueira; problemas renais, cuja maior causa de diálise entre adultos é o diabetes; problemas arteriais nos membros inferiores; amputações; neuropatias. “Então, tratando cedo, precocemente, dificilmente a pessoa vai ter essas complicações”, afirmou.

Rio de Janeiro

No Brasil, o número de pessoas com diabetes atingia 16,8 milhões, até 2019. “Essa não é uma estimativa de gente que está se tratando, mas de gente que tem diabetes”, destacou a endocrinologista. “É muita gente, quase 20 milhões”. No ranking mundial, o Brasil ocupa a quinta colocação em termos de pessoas com diabetes, depois da China, Índia, dos Estados Unidos e do Paquistão.

O Rio de Janeiro é a capital brasileira com maior índice de diagnósticos de diabetes no país, de acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2020, do Ministério da Saúde. A capital fluminense teve o maior percentual de indivíduos com a doença (11,2%), seguida por Maceió (11%) e Porto Alegre (10%). A doença é mais prevalente nas mulheres do que nos homens. O Rio de Janeiro também lidera nessa questão, com 12,4% de diagnósticos no sexo feminino, seguido do Recife (12,2%) e de Maceió (11,4%). Entre os homens, o Rio de Janeiro apresenta taxa de 9,8%, a quarta maior do país.

“O Rio de Janeiro vai mal”, definiu a endocrinologista. “Mas, espero que o Rio se reerga”, completou. Ela sugeriu que os pacientes que se descobrem diabéticos se cadastrem em uma unidade de saúde da família. Quando necessário, essas unidades encaminham para a atenção especializada. “É muito importante que haja investimento também na atenção especializada”.

Rosane é também chefe do Serviço de Diabetes do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luis Capriglione (Iede), que é referência para o estado do Rio de Janeiro na área de diabetes e endocrinologia. “A gente só recebe paciente que vem encaminhado com indicação pelo médico da Unidade Básica de Saúde (UBS). Esse é o caminho”. Cerca de 40% dos pacientes do Iede são de fora do Rio.

Custos

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), a doença provocou um gasto mundial com saúde de US$ 966 bilhões, alta de 316% nos últimos 15 anos. O último Atlas da entidade mostra que o Brasil gasta em torno de US$ 52,3 bilhões por ano no tratamento de adultos de 20 a 79 anos, o que resulta em cerca de US$ 3 mil dólares por pessoa.

 

 

Foto:  Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em SP, 6 a cada 10 crianças têm carteiras de vacinação desatualizadas

O primeiro mês da Campanha Estadual de Multivacinação de São Paulo mostrou que a cada dez crianças e adolescentes, seis estavam com as carteirinhas de imunização desatualizadas. Entre os menores de um ano, a proporção é de oito a cada dez com caderneta incompleta.

Para ampliar as coberturas e a proteção dos menores, a Secretaria de Estado da Saúde prorrogou a campanha até 30 de novembro. Assim, pais e responsáveis têm até o final do mês para levar aos postos as crianças de todas as faixas etárias e adolescentes com até 15 anos de idade e verificar a necessidade de atualização da caderneta.

No decorrer de outubro, primeiro mês de vigência da campanha de 2021, 840.950 crianças e adolescentes compareceram aos postos. Destas, 502.721 precisaram receber ao menos um tipo de imunizante, o que representa 59,8% do público que aderiu à iniciativa.

Do público total, 231.313 eram bebês com menos de um ano, sendo que 192.411 (83,2%) precisaram receber alguma vacina pendente do calendário de vacinação para essa idade.

Já na faixa etária de 1 a 4 anos de idade, 241.065 crianças compareceram para avaliação da situação vacinal e 131.438 (54,5%) foram vacinadas. O melhor status vacinal, mas ainda aquém do necessário, está no grupo de 5 a 14 anos de idade. Nesse grupo, o comparecimento foi de 368.572 pessoas, das quais 178.872 (48,5%) tinham alguma vacina pendente.

Os pais ou responsáveis devem levar os menores a um dos mais de 5 mil postos de saúde localizados nos municípios de São Paulo com a carteira de vacinação em mãos para que um profissional avalie quais doses precisarão ser aplicadas, tanto para eventual situação de atraso, falta ou necessidade de reforço.

Em situações de perda da caderneta de vacinação, a recomendação é de que os pais ou responsáveis compareçam ao mesmo posto de saúde onde vacinaram as crianças anteriormente, para que seja possível consultar quais doses já foram aplicadas na ficha de registro arquivada na unidade.

 

Agência Brasil

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Como trocar de plano de saúde sem carência

A portabilidade de planos de saúde é um dos direitos de cidadãos que passam a utilizar o benefício. Para fazer a portabilidade de um plano, a pessoa deve estar atenta aos requisitos, regras e possibilidades definidas na legislação, especialmente as da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Para encaminhar a solicitação de mudança, o plano deve ter sido contratado a partir de 1999 ou ter sido adaptado à Lei dos Plano de Saúde (Lei nº 9.656 de 1998), além de estar ativo (o plano não pode ter sido cancelado). O pagamento também deve estar em dia.

A primeira portabilidade só pode ser feita quando a pessoa tiver pelo menos dois anos no plano de origem. Caso tenha cumprido uma cobertura parcial temporária em caso de lesão pré-existente, o requisito é de três anos do plano original.

No caso da realização de nova portabilidade, o prazo exigido é de pelo menos um ano. Caso o plano para o qual a pessoa migrou tenha nova cobertura, o tempo mínimo vai para dois anos.

Documentos

Os planos exigem um conjunto de documentos para encaminhar a portabilidade, como comprovante das três últimas mensalidades ou declaração da operadora da situação regular e proposta de adesão assinada.

PrazosOutro documento requerido é o relatório de compatibilidade de planos de origem e destino, emitidos pela ANS e pelas operadoras. Caso o plano seja coletivo, será exigido da pessoa um comprovante de que ela está apta a ser incluída.

A operadora tem até dez dias para analisar o pedido de portabilidade. Se a resposta não for dada nesse prazo, o procedimento de transição será considerado válido.

Já o beneficiário tem até cinco dias para solicitar o cancelamento do plano anterior. Caso o indivíduo não faça isso, ficará sujeito ao cumprimento das carências.

Mudança de planos

A portabilidade é realizada na operadora ou administradora do plano de saúde de destino. A pessoa deve entrar em contato com a empresa e solicitar a troca de plano, além de cancelar o antigo na operadora anterior.

É possível fazer a portabilidade de carências - possibilidade de o indivíduo fazer a mudança sem a necessidade de cumprir o período em que paga pelo serviço mas não pode utilizá-lo.

Caso queira fazer a portabilidade para um plano que tenha novas coberturas não previstas no anterior, ficará sujeito às carências. Segundo a cartilha de portabilidade de carências da Agência Nacional de Saúde Suplementar - confira o documento aqui, - as carências são de 24 horas para emergências ou urgências, seis meses para cobertura hospitalar, ambulatorial e odontológica e 300 dias para partos.

Informações

A ANS disponibiliza um sistema para facilitar a consulta sobre alternativas de alteração dos planos, o chamado “Guia de Planos de Saúde”. O sistema está no portal e reúne informações sobre planos e a portabilidade sem carências.

Os interessados precisam criar um cadastro no Gov.br para acessar o sistema. Nele, são listados os planos ativos e inativos da pessoa. Caso o plano não tenha sido listado, é possível fazer a portabilidade com as informações dele (como número de contrato, por exemplo).

A pessoa deve preencher um formulário e fornecer as informações demandadas, como o tipo de plano (individual, coletivo), a amplitude (nacional, município ou grupos de municípios), a presença de coparticipação (pagamento por procedimentos), o plano de destino, o estado e a cidade onde ele está sediado, o tipo (com o número de registro) e os valores mínimo e máximo de mensalidade que a pessoa pode pagar.

O formulário permite uma pesquisa em que o interessado pode comparar outros planos àquele de origem. O sistema disponibiliza informações de cada um dos planos para que a pessoa possa decidir se fará a portabilidade. O usuário também pode buscar um plano específico que tenha pesquisado anteriormente.

A agência disponibiliza ainda uma cartilha sobre portabilidade que explica todo o processo sobre planos de saúde, como tipos de coberturas, abrangência, conceitos, preços, requisitos, prazos, exigências para segmentos específicos (como crianças).

Empresa em saída do mercado

No caso de uma empresa que não irá mais operar no mercado, por decisão judicial ou liquidação, a ANS abre um prazo de 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, para que as pessoas com plano nessa operadora possam fazer a portabilidade especial de carências.

Nesse caso, não valem as exigências de tempo mínimo no plano original nem de faixas de preços. Mas valem regras como a obrigação de carência para novas coberturas, não existentes no plano anterior.

 

Edição: Graça Adjuto

UniFUNVIC recebe palestra sobre  política nacional de plantas medicinais

UniFUNVIC recebe palestra sobre  política nacional de plantas medicinais

Na ultima sexta feira  aconteceu no auditório  do UniFUNVIC uma palestra sobre  política nacional de plantas medicinais.

Alunos e profissionais da área da saúde, puderam compreender mais um pouco sobre as políticas públicas nacionais voltadas a promoção da fitoterapia.

Houve informações também sobre conhecimentos relativos as plantas medicinais.

O conhecimento foi compartilhado por duas palestrantes pesquisadoras: Sandra Maria Pereira da Silva e Eracélis Fátima de Moraes.

Esta foi a primeira edição de um planejamento futuro do simpósio estudantil de plantas medicinais do vale do paraíba, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2022.

Foto: Divulgação

Dia 25 de Outubro, o dia do profissional que nos faz sorrir

Essa data  foi escolhida porque em 25 de Outubro de 1884 foi assinado o primeiro decreto (decreto 9.311) que criou os primeiros cursos de Graduação em Odontologia nos estados da Bahia e no Rio de Janeiro.

Esse e outros fatores fazem do Brasil o país com mais profissionais no mundo. Em Fevereiro de 2020 dentistas brasileiros representavam cerca de 19% desses profissionais em todo mundo.

Mas apesar da grande quantidade de dentistas, o Brasil ainda encontra dificuldades para dar acesso à saúde bucal aos brasileiros, estima-se que cerca de 20% da população brasileira não vai ao dentista com regularidade, e o que é mais preocupante é que existe uma parcela da população nunca foi à um dentista na vida.

O UniFUNVIC capacita os melhores profissionais do mercado e na região dá suporte a população, oferecendo serviços de qualidade formando o aluno e também quem recebe o atendimento com tanto carinho e dedicação.

O sorriso que alegra.
O sorriso que conforta.
O sorriso que agradece. 
O sorriso tímido.
O sorriso largo.
O sorriso cativante. 
Hoje queremos celebrar, especialmente, o sorriso daquele que tantas vezes cuidou do nosso.

Agradecemos a todos os dentistas, que se empenham no estudo e na ciência de nossa saúde bucal. 

Parabéns a todos os dentistas!

Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Maior tempo de tela e menos atividade física: o estilo de vida do brasileiro piorou durante a pandemia, mostra pesquisa de universidades federais mineiras. O estudo foi iniciado cinco meses após o início das medidas de distanciamento social. 

Os resultados da primeira etapa foram publicados em artigo nas revistas Public Health Nutrition e na Frontiers in Nutrition. A pesquisa foi realizada em conjunto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas universidades federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV). 

Em relação às refeições, diminuiu a frequência de realização de café da manhã, lanche e almoço, por outro lado, aumentou a realização de lanches noturnos e outras refeições além das tradicionais. Os hábitos alimentares também pioraram, com aumento de consumo de pães, farináceos, refeições instantâneas e fast food. O consumo de frutas e vegetais, por sua vez, caiu.

Sobre o estilo de vida, houve mudança no consumo mais frequente de bebida alcoólica, aumento na frequência no hábito de fumar, e no tempo de utilização de telas e dispositivos. Antes da pandemia, os participantes da pesquisa relataram média diária de seis horas e meia de exposição. Durante a pandemia, esse número subiu para dez horas por dia.

Por outro lado, houve redução da prática de atividade física. Os voluntários que responderam ao questionário informaram praticar em torno de 120 minutos por semana no período pré-pandemia e o índice caiu para 80 minutos por semana com as restrições para evitar a circulação do novo coronavírus. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma prática semanal de 150 a 300 minutos.

Para o estudo, foram aplicados questionários online entre agosto e setembro de 2020. Os dados reúnem respostas de 1.368 pessoas de ambos os sexos, com idade a partir de 18 anos. Quase 90% são da região Sudeste e 80% são mulheres. Entre os respondentes, 97% disseram estar cumprindo as medidas de distanciamento social.

A segunda etapa da pesquisa envolve a análise de variáveis de comportamento alimentar, ganho de peso e prática de exercício físico durante a pandemia. De acordo com os pesquisadores, esta fase está em andamento e inclui a reaplicação do questionário após 10 meses.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Pinda promove curso para atualização técnica de médicos de urgência e emergência

Pinda promove curso para atualização técnica de médicos de urgência e emergência

A prefeitura de Pindamonhangaba, por meio da Secretaria de Saúde, realizou o Curso de Atualização Médica no Manejo Clínico da Covid-19. Foram 8 horas de estudo, tendo à frente o palestrante Renato Miranda Lima, especialista em pneumologia pela SBPT, professor pós-graduado em UTI – Hospital Alberto Einstein.

De acordo com a secretária de Saúde, Ana Claudia Macedo, a atualização de conhecimentos é essencial para o melhor atendimento aos munícipes. “Nos tempos atuais, considerando que o objetivo é garantir uma assistência segura e de qualidade aos pacientes, ao mesmo tempo em que se impede a continuidade da transmissão do vírus, vemos como necessária a atualização dos profissionais que atuam na Coordenação da linha de frente dos Serviços de Urgência e Emergência para a orientação técnica mais atualizada com relação à resposta à COVID-19, desta forma buscamos a capacitação, formação e treinamento destes profissionais para que após se tornem multiplicadores deste manejo junto as diversas unidades de urgência e emergência”, afirmou.

Os objetivos da formação foram: atualizar os serviços de saúde com base nas evidências técnicas e científicas sobre o tema; orientar os profissionais Coordenadores de Urgência e Emergência da saúde municipal quanto ao manejo clínico da infecção humana pelo novo coronavírus; e apresentar os fluxos de manejo clínico e operacional da Covid-19 com ênfase nos serviços de atenção especializada (urgência e emergência hospitalar e não hospitalar).

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