Hemonúcleo de Taubaté abre em agosto

O Hemonúcleo de Hemoterapia de Taubaté reabrirá seu atendimento na primeira quinzena de agosto. A nova unidade será instalada na avenida Inglaterra, 190, Jardim das Nações. O local passa por ampla reforma para atender as normas da Agência de Vigilância Sanitária e as do próprio Hemocentro de Ribeirão Preto, que administrará a unidade.

Para essa fase de transição, foi instalada uma central de atendimento para receber os pedidos de hemocomponentes realizados pelos hospitais e fazer a distribuição das bolsas de sangue em Taubaté e de toda a região. Os estoques são supridos e repostos algumas vezes por semana, em esquema pré-definido, pelos quatro serviços que, além disso, atendem as urgências da região.

Participam do pool de hemocentros que abastecem Taubaté e a região: os hemocentros de Ribeirão Preto, Campinas e dois de São Paulo (Pro-Sangue e Colsan). Acesse os sites e veja os locais de doação de sangue: http://www.prosangue.sp.gov.br e https://www.colsan.org.br

Contratação – O Recursos Humanos encerrou, no dia 29, as inscrições para o processo seletivo que a Hemocentro RP fará para definir as contratações dos novos colaboradores. Foram recebidas 524 pessoas interessadas no processo. As datas das provas ainda não foram definidas.

SJC: Queda no número de larvas da dengue

A segunda Avaliação de Densidade Larvária (ADL) do ano, sobre a infestação do mosquito Aedes aegypti na cidade, apontou uma redução no índice comparado ao primeiro levantamento, realizado em janeiro.

A pesquisa, concluída na semana passada, revelou uma taxa de 0,6, considerado satisfatório, contra 1,0 (estado de alerta), registrada no início do ano, em São José dos Campos.

O índice larvário (Breteau) corresponde ao número de imóveis onde foram encontradas larvas do mosquito Aedes aegypti, durante a avaliação. Considerando a média de toda a cidade, para cada 100 imóveis pesquisados, 0,6 continha larva positiva.

As equipes do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) visitaram 14.916 imóveis (402 quadras), de todas as regiões, no período de 8 a 16 de maio. Segundo o CCZ, já era esperado o índice larvário menor devido ao período com menos chuva e temperaturas mais amenas.

Embora a média de toda a cidade seja considerada satisfatória, quatro regiões apresentaram índice entre 1 a 1,3 (considerada de risco): Centro (Vila Maria, Monte Castelo, Jardim Paulista e adjacências); parte da região Leste (Jardim Mariana, Santa Cecília, Serrote e adjacências); distrito de São Francisco Xavier (região norte) e alguns bairros da região Sul (Jardim Anhembi, Jardim Morumbi, Residencial União, Jardim Oriente e adjacências).

Durante o levantamento, foram encontrados 8.786 recipientes em condições de acumular água (possíveis criadouros), sendo que 3.919 tinham água no momento da vistoria (45%).

Casos de dengue em queda

Os casos de dengue tiveram uma drástica redução este ano, uma queda de mais de 80% em relação ao mesmo período do ano passado. Até o dia 10 de maio, a cidade registrou 287 casos positivos da doença, contra 1.409 em 2016 e 11.590 em 2015, quando houve uma epidemia.

Desde o início do ano, a Prefeitura vem intensificando ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. Nos 13 arrastões realizados de fevereiro a abril, foram recolhidos 12 toneladas de materiais inservíveis (possíveis criadouros) e visitados cerca de 40 mil imóveis.

A Prefeitura também preparou um extenso cronograma de capacitação e treinamento dos profissionais de saúde que atendem diretamente ao público. As informações são do Portal R3.

Taubaté mantém combate ao Aedes aegypti

A Prefeitura de Taubaté reforça a partir desta semana, a campanha de prevenção ao mosquito Aedes aegypti com o desafio de manter nos meses de inverno a redução histórica de casos de dengue no município, assim como registros de zika e chikungunya.

De acordo com balanço da Vigilância Epidemiológica de Taubaté, de janeiro a maio deste ano foram registrados 50 casos confirmados de dengue no município contra 3.180 casos no mesmo período do ano passado. Até agora são 3 casos importados de chikungunya e nenhum registro de zika em Taubaté.

A prevenção aos criadouros do mosquito deve continuar neste período, caracterizado por temperaturas mais baixas e redução das chuvas. Isto porque a fêmea deposita os ovos nos criadouros e eles podem ficar até mais de um ano viáveis para depois eclodirem em contato com a água. Eles se tornam larvas e depois insetos.

Com o slogan “Temperaturas em baixa? Prevenção em alta!”, a prefeitura busca o envolvimento de toda a comunidade para que a o combate ao Aedes aegypti continue sendo tratado como prioridade em todos os lares de Taubaté.

Agentes do CAS (Controle de Animais Sinantrópicos) de Taubaté também dão continuidade às ações de fiscalização de residências e monitoramento de criadouros em potencial. Está previsto para julho o mapeamento da ADL (Análise de Densidade Larvária) de inverno, que vai identificar o índice de infestação de larvas do mosquito Aedes aegypti no município.

Prorrogada campanha de vacinação contra gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza foi prorrogada até o dia 9 de junho. A previsão inicial do Ministério da Saúde era de que a imunização fosse encerrada hoje (26). A prorrogação, segundo a pasta, tem como objetivo atingir a meta de vacinar 90% do público-alvo (idosos, puérperas, indígenas, crianças, gestantes, professores e trabalhadores de saúde). Até o momento, foram imunizados 63,6% de um total de 54,2 milhões de pessoas.

A vacina disponibilizada pelo governo brasileiro protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A-H1N1, A-H3N2 e influenza B). A dose, segundo a pasta, é segura e também é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal, de acordo com o ministério, é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe no Brasil vai do final de maio até agosto.

Vacinação contra a gripe termina sexta

A campanha de vacinação contra a gripe termina nesta sexta-feira, dia 26. O público-alvo da campanha no País é de 54,2 milhões de pessoas e, desse total, 58,2% foram vacinados.

A meta, neste ano, é vacinar 90% desse público até a sexta, quando termina a campanha. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina, garantindo estoque suficiente para a vacinação em todo o País. Balanço do Ministério da Saúde indica que, até ontem, segunda-feira, dia 22, foram vacinados 30,6 milhões de brasileiros.

Até o momento, nenhum grupo prioritário atingiu a meta de vacinação. Entre os públicos-alvos, os idosos registraram a maior cobertura vacinal, com 14 milhões de doses aplicadas, o que representa 67,1% deste público, seguido pelas puérperas (65,4%) e trabalhadores de saúde (59,4%).

Os grupos que menos se vacinaram são indígenas (37,1%), crianças (44,9%), gestantes (49,2%) e professores (52,4%). Além do grupo prioritário, também foram aplicadas 6,2 milhões de doses nos grupos de pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional.

“É de fundamental importância que a população-alvo busque, o quanto antes, os postos de vacinação para garantir a proteção contra a influenza, principalmente neste período, que antecede o inverno”, destacou a coordenadora Nacional do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Público-alvo
Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos de vacinação para crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores que são a novidade deste ano.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Mutação no vírus pode ter acelerado epidemia de zika

Cientistas chineses identificaram uma mutação no vírus da zika que pode ter sido responsável pelo rápido alastramento da doença na epidemia nas epidemias da Polinésia Francesa (2013/2014) e da América do Sul (2015/2016).

De acordo com os autores da pesquisa, a mutação identificada no zika aumenta a secreção da proteína NS1. Estudos anteriores já haviam mostrado que essa proteína está associada ao processo de aquisição de flavivírus - grupo ao qual pertencem os vírus da zika e da dengue - pelos mosquitos.

No novo estudo, publicado hoje na revista Nature, os cientistas comprovaram que o mesmo mecanismo ligado à proteína NS1 também promove a aquisição do vírus zika no Aedes aegypti, o mosquito que transmite a doença para humanos. A pesquisa foi liderada por Gong Cheng, da Universidade Tsinghua, em Pequim (China).

Ao ser lançada no organismo do Aedes aegypti, a proteína ajuda o vírus a superar as proteções imunológicas do mosquito, possibilitando a infecção. Com maior facilidade para infectar o Aedes aegypti, que está inserido em ambientes urbanos, o vírus conseguiu se espalhar rapidamente.

Segundo os autores, a mutação que causa o aumento da secreção de NS1 ocorreu apenas a partir de 2013. Isso explicaria o rápido alastramento do vírus a partir dessa data, quando começaram as epidemias que atingiram primeiro a Polinésia Francesa e depois chegou às Américas.

O vírus da zika surgiu na África em meados do século 20 e migrou para a Ásia. Até aí, ele não causava nenhum problema em humanos e infectava principalmente macacos. A linhagem asiática do vírus, no entanto, chegou à Micronésia, no Oceano Pacífico, no início do século 21 e causou o primeiro grande surto em humanos em 2007.

Em 2013, o vírus causou um surto na Polinésia Francesa e em fevereiro de 2014 chegou à Ilha de Páscoa, também no Oceano Pacífico, a 3.700 km da costa do Chile. A partir daí, os casos de zika se espalharam em grande parte dos países das Américas. No Brasil, onde ocorreram as primeiras mortes, o vírus motivou um alerta mundial da Organização Mundial da Saúde em 2015.

"Humanização"

Em 2015, um grupo coordenado por Paolo Zanotto, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, em colaboração com o Instituto Pasteur de Dacar (Senegal), já indicava que o vírus da zika havia passado por adaptações genéticas que o tornaram cada vez mais eficiente para infectar humanos. O estudo desse grupo mostrou que, em seu longo caminho entre a África e as Américas, o vírus adquiriu características genéticas que aumentaram sua capacidade de se replicar nas células humanas.

Segundo Zanotto, se a linhagem africana do vírus infectava principalmente macacos e mosquitos, ao longo de sua jornada até o Pacífico, as novas linhagens passaram a "imitar" os genes que o corpo humano mais expressa, a fim de produzir em grande quantidade proteínas que esses genes codificam.

Com esse processo, apelidado pelos cientistas de "humanização do vírus", a infecção ficou mais eficiente - especialmente a partir de 2007. Um dos genes mais "imitados" pelo vírus da zika era justamente o da proteína NS1, que também tem o papel de modular a interação entre o vírus e o sistema imunológico dos humanos.

De acordo com os cientistas, a produção dessa proteína funciona como uma camuflagem para o vírus, desorientando completamente o sistema imunológico e facilitando a infecção.

Sem Hemonúcleo, falta sangue em hospitais

Com o Hemonúcleo de Taubaté desativado desde abril e a ausência de pontos de coleta no Vale do Paraíba, hospitais da região têm enfrentado dificuldade para manter os estoques de bolsas de sangue. A situação foi confirmada à reportagem por representantes de duas unidades.

Com isso, pacientes que precisam de sangue têm o tratamento ameaçado. Foi o caso, por exemplo, do policial militar Wagner Galvão, que sofreu um acidente de trânsito na última sexta-feira. Ele foi internado no Hospital Regional de Taubaté e, embora seu tipo sanguíneo seja o mais comum (O+), o estoque estava em baixa.

Parentes e amigos do policial tiveram que doar sangue em cidades de fora da região, como São Paulo, Ribeirão Preto e Osasco, para ajudar Galvão.

“O sangue dele estava [com estoque] baixo no hospital, mas já foi doado [em outras cidades] e está reposto. Ele recebeu 15 bolsas de sangue até agora”, disse Amanda Ketrin, esposa do policial.

TRANSFERÊNCIA/ O Hemonúcleo de Taubaté, que funcionava no Hospital Universitário e atendia toda a região, teve as principais atividades desativadas em abril. A medida foi tomada para mudança de sede e de gestora — saiu a Unicamp, que gerenciava a unidade desde 2013, e o Hemocentro de Ribeirão Preto irá assumir o serviço.

A promessa do Estado era que a transição durasse quatro meses e que, nesse intervalo, o abastecimento fosse mantido por meio de envio de bolsas de sangue de outras entidades, de fora da região.

Apesar dos relatos de representantes de hospitais e do caso do policial, o governo estadual sustenta que o envio de bolsas de sangue tem sido diário e que é suficiente para atender a demanda da região.

Rio confirma mais 2 mortes por febre amarela

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio confirmou ontem mais duas mortes causadas por febre amarela no Estado, nos municípios de Macaé (norte fluminense) e Silva Jardim (Baixada Litorânea). Com as novas vítimas, já são cinco mortes em razão da doença no Estado desde março. Ao todo, 14 pessoas contraíram febre amarela.

O município com maior número de casos é Casimiro de Abreu: sete moradores da cidade contraíram a doença e um deles morreu. Macaé tem dois casos, com uma morte. Outros cinco municípios registraram um caso cada: São Fidélis, São Pedro da Aldeia (mas o morador contraiu a doença em viagem à zona rural de Casimiro de Abreu), Maricá, Porciúncula e Silva Jardim. As outras três mortes registradas no Estado ocorreram nos três últimos municípios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Novas regras para cancelar planos de saúde

As novas regras para cancelamento de contrato do plano de saúde a pedido do beneficiário começaram a valer ontem, quarta-feira, dia 10.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), as regras se aplicam aos contratos firmados depois de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656 de 1998.

A resolução prevê o cancelamento imediato do contrato a partir do momento em que a operadora ou administradora tome conhecimento do pedido. Determina ainda que o cancelamento deve ser imediato também para quem está em dívida com o plano de saúde. Nesse caso, mensalidades e demais despesas vencidas continuam sob responsabilidade do consumidor.

Foram estabelecidas as regras de cancelamento de acordo com o tipo de plano, seja individual, coletivo empresarial ou coletivo por adesão. Além disso, define responsabilidades das partes envolvidas, obriga as operadoras a emitirem comprovante de ciência do pedido de cancelamento e determina os prazos para entrega dos comprovantes. Tal comprovante deverá informar eventuais cobranças de serviços pela operadora ou administradora de benefícios.

A ANS elaborou um material com perguntas e respostas para orientar o beneficiário sobre os canais para pedir o cancelamento, de acordo com o plano contratado.

A intenção com as medidas é dar maior “clareza, segurança e previsibilidade” ao consumidor nos cancelamentos dos planos, de acordo com a ANS.

A partir das novas regras, a saída do beneficiário titular do plano individual ou familiar não encerra o contrato, podendo os dependentes manterem as mesmas condições contratuais. No caso da exclusão do beneficiário titular do contrato coletivo empresarial ou por adesão, serão seguidas regras específicas de resolução normativa da ANS quanto à exclusão ou não dos dependentes.

O pedido de cancelamento dos contratos individuais ou familiares não retira do beneficiário a obrigação de pagar multa rescisória, quando prevista em contrato.

As operadoras que deixarem de cumprir as normas determinadas na resolução estarão sujeitas ao pagamento de multa no valor de R$ 30 mil, de acordo com a ANS.

 

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