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Região: Farol apagado gera mais de 2 mil multas

Cerca de 2,3 mil motoristas foram multados em rodovias estaduais do Vale no primeiro mês da lei que tornou obrigatório o uso do farol baixo durante o dia em estradas. A infração é considerada média e tem pena de quatros pontos na carteira de habilitação e multa.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), 49,6% das infrações foram registradas na Tamoios e na Floriano Rodrigues Pinheiro, principais vias estaduais da região. Na primeira, foram registradas 559 autuações, enquanto a rodovia que dá acesso a Campos do Jordão teve 582 infrações.

Rodovia                                               Multas
Monteiro Lobato (SP-50)                          18
Geraldo Scavone (SP-66)                         40
Carvalho Pinto (SP-70)                            139
Tamoios (SP-99)                                     559
Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123)        582
Oswaldo Cruz (SP-125)                            59

As rodovias federais, como a via Dutra, são fiscalizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) que não divulgou um balanço regional das autuações. No primeiro dia da lei, a PRF havia multado pelo menos 70 motoristas por não cumprirem a nova lei no trecho do Vale do Paraíba da Dutra.

Nova lei

A lei passou a valer no dia 8 de julho e pode ser aplicada em qualquer tipo de rodovia, inclusive nas que passam por trechos urbanos ou em túneis com iluminação artificial. O objetivo é aumentar a visibilidade dos motoristas e diminuir os acidentes.

Muitos motoristas ainda confundem o item que deve ser utilizado e acabam sendo multados mesmo assim. A PRF alerta que a obrigatoriedade é pelo uso do farol baixo, que não pode ser substituído pela lanterna ou pelo farol de milha. 

O motorista que for flagrado em rodovias sem o uso do farol, além dos pontos na CNH, terá que pagar uma multa de R$ 85,13. Em novembro, assim como outros tipos de infração, o valor receberá reajuste e passará a R$ 130,16.

Alunos da FUNVIC realizam palestra na GIVI

Na manhã desta quarta-feira, dia 10 de agosto, os alunos do 8º período do curso de fisioterapia da FUNVIC, Felipe Benega e Priscila Padovani, participaram da SIPAT (Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho) da GIVI, no Distrito Industrial de Pindamonhangaba.

Na ocasião, eles ministraram uma palestra a convite da empresa sobre Ergonomia, que é o estudo científico das relações entre homem e máquina, visando a uma segurança e eficiência ideais no modo como um e outra interagem.

O principal objetivo da ergonomia é desenvolver e aplicar técnicas de adaptação do homem ao seu ambiente de trabalho, além de técnicas eficientes e seguras de o desempenhar visando a otimização do bem-estar e, consequentemente, aumento da produtividade.

Dois temas cruciais no âmbito da ergonomia são a segurança no trabalho e a prevenção dos acidentes laborais. Neste contexto, a ergonomia sugere a criação de locais adequados e de apoios ao trabalho, criação de métodos laborais e sistemas de retribuição de acordo com o rendimento.

As lesões por esforço repetitivo (LER) são um dos problemas físicos mais comuns que podem causar limitações ou mesmo a incapacidade de trabalhar, por exemplo. Utilizar soluções ergonômicas no local de trabalho é uma iniciativa que pode aumentar significativamente os níveis de satisfação, eficácia e eficiência do trabalhador.

Sobre a SIPAT

A SIPAT – Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho – é uma semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho quanto a doenças ocupacionais. É uma das atividades anuais obrigatórias para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho de uma empresa.

Tem como finalidade básica divulgar, orientar e promover a prevenção de acidentes, segurança e saúde no trabalho e tem o propósito de fazer com que os funcionários resgatem valores esquecidos pela correria do dia-a-dia, ou seja, não só tenham ideia de segurança, mas que também pratiquem segurança, desenvolvendo a consciência da importância de se eliminar os acidentes do trabalho e de criar uma atitude vigilante, permitindo reconhecer e corrigir condições e práticas nocivas ao ambiente de trabalho.

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ITA abre inscrições para vestibular 2017

O ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) abriu na última segunda-feira (8) as inscrições para o Vestibular 2017. São 110 vagas distribuídas para os cursos de engenharia nas especialidades Aeroespacial, Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, de Computação, Eletrônica e Mecânica-Aeronáutica.

Com duração total de cinco anos, os dois primeiros constituem o Curso Fundamental para todos os alunos. Os três últimos correspondem aos cursos de cada especialidade. As provas de física, inglês, matemática, português e química serão realizadas nos dias 13, 14, 15 e 16 de dezembro em 23 cidades brasileiras, entre elas São José dos Campos.

As inscrições podem ser feitas pela internet no valor de R$140,00 e vão até o dia 15 de setembro. Para a inscrição o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) do candidato é imprescindível. Além disso, o candidato deve ser brasileiro nato, ter no máximo 23 anos de idade no dia 31/12/2016 e ter concluído o ensino médio ou concluir no ano de 2016.

No ano de 2015 o vestibular do ITA recebeu recorde de inscritos, com aproximadamente 12,4 mil candidatos.

Inpe registra alta no número de queimadas

Mais de 53 mil focos de queimadas e incêndios florestais no país foram registrados até a última sexta-feira (5) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Programa de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais registra aumento de 65% no número de incêndios no país em 2016 em relação ao mesmo período do ano passado.

O instituto alerta a população sobre o tempo quente e seco que pode agravar a situação, caso as ações de fiscalização não sejam intensificadas. A recomendação é que a população não coloque fogo na vegetação nesta época do ano, pois a ação humana, somada ao tempo quente e seco, ainda é uma das principais causas dos incêndios florestais.

De acordo com o Inpe, a temporada de queimadas no Brasil ainda está no início e tem pico previsto para setembro.

No portal, http://queimadas.inpe.br, desenvolvido no INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais estão disponíveis registros de ocorrência do Fogo na Vegetação. O portal tem acesso é livre e inclui o monitoramento operacional de focos de queimadas e de incêndios florestais detectados por satélites, e o cálculo e previsão do risco de fogo da vegetação.

Embraer anuncia abertura de PDV

A Embraer anunciou nesta segunda-feira (8) a abertura de um PDV (Programa de Demissão Voluntária) nas fábricas no Brasil. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. A empresa foi questionada mas até a publicação da matéria não retornou.

De acordo com o sindicato, haverá uma reunião na quarta-feira (10) para discutir detalhes do programa, que pretende economizar cerca de US$ 200 milhões com as medidas.

Ainda segundo o sindicato da categoria, o valor é exatamente igual ao provisionado pela Embraer para pagamento de uma multa referente ao caso de propina que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro. O caso foi denunciado em 2010 pelo Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos.

O provisionamento de US$ 200 milhões está registrado no balanço do 2º trimestre deste ano, publicado pela Embraer. As informações são do Portal Meon.

Região: Prisões operam com sistema automatizado

Em todo o Estado 60 Penitenciárias e Centros de Detenção Provisórias estão funcionando com a automatização das selas. O sistema que foi 100% desenvolvido por técnicos da Secretaria da Administração Penitenciária, prioriza a tecnologia por meio de um sistema controlado através de um painel eletrônico que abre e fecha as celas automaticamente.

O objetivo, é concluir o serviço em todas as unidades prisionais paulistas com o sistema automático de abertura e fechamento das portas sem a necessidade de que os funcionários tenham contato direto com a população carcerária. O sistema também foi pensado para uma eventual queda de energia. Nesse caso, tudo funciona normalmente já que a parte elétrica funciona através de um gerador.

O Governo do Estado já concluiu a implantação do sistema nas celas no CDP de São José dos Campos e nas Penitenciárias I e II de Potim. O CDP de Taubaté já conta com o sistema desde 2015. O CDP de Caraguatatuba será o próximo a receber a automatização.

Ainda estão previstas a automatização de outras 11 unidades. Somente no ano de 2016 foram liberados mais R$ 3.021,442,00 pelo Governo do Estado de São Paulo para a realização do sistema de automatização das celas.

Produção da indústria registra pequeno crescimento

A produção da indústria brasileira cresceu 1,1% em junho, na comparação com o mês de maio, apresentando o quarto resultado positivo nessa base de comparação, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ).

Em relação a junho do ano passado, a queda da produção foi de 6%. Apesar do resultado positivo do último mês de junho, a atividade industrial acumula queda de 9,1% no primeiro semestre e de 9,8% em 12 meses - a maior desde outubro de 2009, quando chegou a 10,3%.

De maio para junho, o que puxou o aumento da produção nacional foi o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 8,4%. Na seqüência, contribuíram também: perfumaria, sabão, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%).

Aumenta a frota de veículos na Região Metropolitana do Vale do Paraíba

A Região Metropolitana do Vale do Paraíba teve aumento de 103,05% em 10 anos, no número de veículos, passando de 654.548 em 2005 para 1.329.027 no ano passado. O maior crescimento está entre as motocicletas, que pularam de 111.745, em 2005 para 284.024, em 2015, proporcionando um aumento de 154,17%.

No mesmo período, a frota de carros cresceu 86,77%, passando de 448.339 para 837.360, entre 2005 e 2015. As cidades de São José dos Campos, Jacareí e Taubaté somam juntas 729.017 veículos na frota

Cidades da região podem perder investimento no setor de turismo

Cidades do Vale do Paraíba podem perder investimento do governo federal para o setor de turismo. Ao menos 18 municípios não estão no mapa divulgado pelo Ministério do Turismo. O documento contempla 21 cidades da região, o que significa uma redução de 46,15% em relação à versão anterior, que é de 2013.


No país, o número de cidades contempladas caiu 35%, passando de 3.345 para 2.175. No Estado de São Paulo, 645 municípios apareceram da edição de 2103, e agora são apenas 222.

Segundo o Ministério, o documento é uma ferramenta de gestão, que permite direcionamento de políticas públicas para o setor. Construído com informações de estados e órgãos de turismo, o documento também serve para identificar o desempenho da economia do turismo e facilitar o apoio às cidades, incluindo a aplicação de recursos federais.

No mapa, as cidades foram divididas em cinco categorias de A a E, definidas de acordo com número de empregos, de estabelecimentos para hospedagem e estimativas de fluxo de turistas.


Na região, quatro cidades estão na categoria A: Aparecida, Campos do Jordão, São Sebastião e Ubatuba. Quatro aparecem na B: São José dos Campos, Taubaté, Caraguatatuba e Ilhabela.

Uso do farol baixo em rodovias é obrigatório

A partir de hoje (8), o farol baixo aceso durante o dia em rodovias é obrigatório. Quem for flagrado com as luzes apagadas será multado em R$ 85,13, por infração leve, e terá quatro pontos na carteira de habilitação.

O objetivo da medida é aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos mostram que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia. A maioria das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo por parte do motorista, a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distância e velocidade do veículo que trafega na direção contrária em casos de ultrapassagem.

O farol baixo não pode ser substituído por farol de milha, farol de neblina ou farolete, mas o uso de faróis de rodagem diurna (DRL – Daytime Running Light), ou faróis de LED, está liberado pelo Denatran. O DRL é um filamento de luzes de LED, presente em veículos mais modernos e acionado automaticamente quando o carro é ligado. A validade do DRL para a nova regra chegou a ser questionada, mas o Denatran esclareceu ontem (7) que esse tipo de iluminação também é válido. A orientação de considerar as luzes DRL como farol baixo para fins legais já foi passada à Polícia Rodoviária Federal e aos demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

A lei que estabelece a medida foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.

O uso do farol baixo durante o dia já é exigido para ônibus, ao circularem em vias próprias, e para motocicletas. Também é obrigatório para todos os veículos em túneis.

Em Brasília, os motoristas devem ficar ainda mais atentos à nova medida, porque grande parte das vias que ligam o centro da capital a regiões administrativas é rodovia, como a Estrada-Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), a Via Estrutural, o Eixão Sul e Norte e a L4 Sul e Norte.

Mais segurança nas estradas

A Polícia Rodoviária Federal vai começar a multar hoje os motoristas que não estiverem com os faróis acesos durante o dia nas rodovias. Desde que a lei foi sancionada, os policiais vêm conversando com os motoristas sobre a importância de deixar os faróis ligados.

Para o assessor de comunicação da PRF, Diego Brandão, os condutores não vão ter dificuldades em se adaptar à nova regra. “É uma mudança cultural. É importante que o motorista seja sensibilizado de que, ao adotar a medida, além de fugir das penalidades impostas pela lei, ele contribui para a diminuição de acidentes, que é o mais importante”.

Segundo Brandão, qualquer medida que aumente a visibilidade de um veículo pode ajudar na redução de acidentes. “Apesar de não haver estudos técnicos na PRF sobre o assunto, temos diversas situações e relatos sobre a causa do acidente ter sido a falta de visibilidade. Então, acreditamos que o aumento da visibilidade vai contribuir para essa redução”, diz.

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